O que estamos fazendo?

 

 

Objetivos específicos

Curso de Formação de Agentes Culturais Comunitários

Saídas a Campo

Concessão das bolsas

Projetos de salvaguarda

 

 

O projeto Museu do Patrimônio Vivo de João Pessoa se desenvolve à medida que realiza o Curso de Formação de Agentes Culturais Comunitários e divulga os resultados de seu inventário por meio dos seus produtos.

 

Objetivos específicos
- Criar o Museu do Patrimônio Vivo de João Pessoa, representado por um mapa das expressões culturais tradicionais de João Pessoa, ilustrando uma rede de pessoas, lugares e objetos de grande referência cultural para as localidades envolvidas.
- Capacitar, inicialmente, jovens de 11 (onze) comunidades de João Pessoa a: reconhecer o patrimônio imaterial de suas localidades e sua importância; representar suas comunidades no mercado cultural; elaborar projetos de salvaguarda, de forma a buscar defender seus direitos e promover a melhoria de vida dos portadores dos saberes/fazeres, criando ações culturais comunitárias e sustentáveis.
- Criar os seguintes produtos como forma de divulgação do projeto: um Blog, um Site, uma exposição fotográfica itinerante do Museu e o catálogo impresso e virtual do Museu do Patrimônio Vivo de João Pessoa.
 

Relatório de ações

 

Curso de Formação de Agentes Culturais Comunitários.
A proposta pedagógica do projeto se iniciou já na seleção dos jovens beneficiários, realizada pela equipe técnica, juntamente com lideranças locais das comunidades participantes. O Curso de
Formação de Agentes Culturais Comunitários teve por carga horária 144 horas, dividida em 03 ciclos de 48 horas de oficinas e atividades de acordo com a seguinte programação:

a) PRIMEIRO CICLO: Língua Portuguesa 16h; Educação Patrimonial 16h; Informática 16h. Executado.
b) SEGUNDO CICLO: Língua Portuguesa 16h; Educação Patrimonial 16h; Educação Patrimonial Aplicada ao Registro de Campo 16h; Direito Cultural 16h. Executado
c) TERCEIRO CICLO: Língua Portuguesa 8h; Educação Patrimonial 16h; Economia Criativa 8h; Elaboração de Projetos 16h. Executado.

 

Apesar da distância dos bairros onde os jovens moram do local onde ocorreram as oficinas – Centro Estadual de Arte (1ª edição) e Casa do Erário (2ª edição), entidades parceiras para realização do curso, localizada no Centro de João Pessoa –, em suas duas edições, o projeto obteve assiduidade satisfatória dos agentes culturais.

 

Saídas a Campo
Na execução do segundo ciclo do curso, durante a oficina de Educação Patrimonial Aplicada ao Registro de Campo, para além das aulas técnicas relativas ao manuseio de máquinas fotográficas, foram
realizadas aulas em campo, configurando uma vivência de intercâmbio. Tal oportunidade foi muito relevante, à medida que todas as comunidades foram visitadas e foi feito o registro fotográfico de pelo
menos uma referência cultural local, além de rodas de conversas entre os mestres populares e os agentes.

 

Concessão das bolsas
A concessão das bolsas-aprendiz foi uma forma eficiente de suprir os custos relativos ao transporte, além de recompensar e reconhecer os jovens como pesquisadores aprendizes. É oportuno observar que, na faixa etária atendida, a participação dos jovens neste projeto concorria com outras oportunidades profissionais, por exemplo, empregos de carteira assinada. Nesse sentido, permanecer vinculado ao Museu requeria uma compreensão dos pais e dos jovens sobre o sentido de patrimônio imaterial como algo valoroso no contexto comunitário e cultural. Assim, o apoio familiar também foi muito significativo, mudando-se o paradigma de muitos pais que entendiam o envolvimento com a cultura local como uma prática pouco promissora e desvalorizada.

 

Projetos de salvaguarda
Durante a realização da oficina de Elaboração de Projetos, bem como a de Economia Criativa, os agentes foram incentivados a identificar as grandes dificuldades relativas ao fomento e valorização das
práticas culturais populares dos seus bairros para então propor ações criativas e sustentáveis que pudessem interferir positivamente na realidade por eles relatadas.

 

Como desdobramento dessas oficinas os jovens estão elaborando projetos para suas comunidades com ações diversas, como por exemplo: oficinas, envolvendo a participação dos mestres
da comunidade nas escolas e associações de bairro; a comunidade negra de Paratibe apresentou um projeto para o Edital de Pontos de Cultura, incluindo, como ações centrais, uma oficina de construção de
casa de taipa (bem inventariado nesta pesquisa) com vistas a se construir o espaço coletivo da comunidade, bem como uma oficina de rádio comunitária para criar uma programação cultural de valorização e informação das ações culturais da comunidade.

 
 
 
 
 
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BENS INVENTARIADOS

 

ALA URSA

BOI DE REIS

CAPOEIRA

CAVALO MARINHO

CELEBRAÇÕES DE MATRIZ AFRICANA

CIRANDA

COCO DE RODA

CONSTRUÇÃO DE CASA DE TAIPA

ESCOLA DE SAMBA

LAPINHA

NAU CATARINETA OU BARCA

OFÍCIO DAS PARTEIRAS

OFÍCIO DAS REZADEIRAS

OFÍCIO DO GAITEIRO

PESCA ARTESANAL

QUADRILHA JUNINA

TERRITÓRIO QUILOMBOLA

TRIBO INDÍGENA DE CARNAVAL

CAMBINDAS BRILHANTES DE LUCENA

 

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